30 de janeiro de 2013

Sessão cult: Corra Lola Corra - Filme

Lançado em 1998 dirigido por Tom Tykwer, com o titulo original de "Lola Rennt"  corra lola corra é um filme alemão por tanto não possui bilheterias no Brasil.
No elenco temos:
Franka Potente(lola), moritz Bleibtreu (manni), Herbet Knaup (pai de Lola), Sebastian Shcipper (Mike) Heino Ferch (Ronnie).

      O filme conta um dia na vida de Lola, que após receber uma ligação do namorado Manni, descobre que ele deve 100,000 marcos para um traficante perigoso, e que se ela não puder arrumar o dinheiro em 20 minutos, então ele assaltara um mercado para pagar o que deve. Agora Lola correrá como nunca correu antes para conseguir salvar o namorado antes que seja tarde de mais.

       Lola é um filme bem "mindfuck", que me deixou com cara de "que? O-o" nos primeiros quatro minutos de filme, durante a sua abertura inicial, por isso não posso falar muito se não vou estragar a experiência de quem assiste, no fim das contas só posso dizer que o diretor gostou de brincar com o tempo durante a filmagem.
Para um filme de 1998 a filmagem é boa mas não das melhores, durante alguns cortes de cena, você tem a sensação de que câmeras com qualidades diferentes foram usadas para a filmagem. E esse foi o maior erro do filme, parece que a filmagem alterna entre uma câmera profissional (da época) e alguma filmagem caseira qualquer. A historia é de certa forma bem fraquinha, mas não é enjoativa, o filme possui apenas 1 hora e 20 minutos de duração, e é bem animado, a questão do filme não sua história, sobre o 100.000 marcos mas sim, o que diabos esta acontecendo durante todo o tempo em que Lola tenta salvar seu namorado, isso e algumas coisas são capaz de fazer, te deixam perguntando quem é ela? O que ela é capaz de fazer? E por que é que a mesma coisa continua acontecendo de forma diferentes de novo e de novo? Ou seja o filme é uma doideira total.

     Apesar da forma como os acontecimentos são abordados o diretor conseguiu fazer tudo de um jeito que o filme não se torna repetitivo, a atuação é boa, por ter poucos atores que realmente fazem parte da história principal do filme, todos os atores fazem um bom trabalho e não há o que reclamar.

     O forte do filme é que ele é imprevisível, as coisas vão acontecendo e você não tem a menor ideia de como elas vão acontecer e durante todo o filme eu tinha certeza de como seria o fim e quando o fim chegou foi bem diferente do que eu previ.
     No fim o filme não é uma super produção, mas é um filme bem diferente do que estamos acostumados, sem todos aqueles efeitos e exageros hollywoodianos, Corra Lola Corra, não é um filme sensacional, mas é um bom filme, apesar de ser bem alternativo.

Comentem se gostaram, obrigado.

- Vitor Carnevalli -

28 de janeiro de 2013

Querido John - Livro

Oi pessoal, tudo bem?

Após muitas lágrimas consegui vir aqui fazer a resenha do livro que eu estava lendo para vocês. Que livro? Querido John. E quem é o autor? Nicholas Sparks, um dos autores com maior quantidade de livros com adaptação cinematográfica, e Querido John é um deles. Vamos à resenha?

Título original: Dear John
Título: Querido John
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Nova Conceito
Páginas: 276

"Quando John Tyree conhece Savannah Lynn Curtis, descobre estar pronto para recomeçar sua vida. Com um futuro sem grandes perspectivas, ele, um jovem rebelde, decide alistar-se no exército, após concluir o ensino médio. Durante sua licença conhece a garota de seus sonhos, Savannah. A atração mútua cresce rapidamente e logo transforma-se em um tipo de amor que faz com que Savannah prometa esperá-lo concluir seus deveres militares. Porém, ninguém previa o que estava para acontecer: os atentados de 11 de setembro mudariam suas vidas e do mundo todo. E assim como muitos homens e mulheres corajosos, John deveria escolher entre seu país e seu amor por Savannah. Agora, quando ele finalmente retorna para a Carolina do Norte, ele descobre como o amor pode nos transformar de uma forma que jamais poderíamos imaginar.

Resenha:
John foi criado pelo pai já que sua mãe os abandonou... Desde pequeno foi apresentado ao "mundo de seu pai" o mundo das moedas. O pai de John seguiu com uma coleção que o avó possuía, e seu "passa-tempo" era viajar por aí atrás das moedas mais raras para a tal coleção. O garoto sempre acompanhou o pai e ambos vivam falando das moedas, porém muito tempo e dinheiro eram gastos nessa coleção. À medida que o tempo foi passando John  começou a reparar que seus amigos viviam em uma condição melhor, já que não gastavam com uma coisa tão "banal" então ele começa a discutir com o pai sobre isso e começa a se tornar um adolescente rebelde (daqueles que sai para beber que nem louco sem se preocupar com o amanhã). Mas ele vê que por mais que seu pai não demonstre seus sentimentos com relação a esse comportamento ele está magoado, então ele decide se alistar no exército para dar um rumo a sua vida e parar de ser um desgosto para seu pai. É lá que ele vê uma oportunidade de crescer e amadurecer.
Porém em uma de suas licenças para visitar o pai, John acaba encontrando Savannah (que virá a ser o grande amor de sua vida) e ambos acabam desenvolvendo um forte sentimento. Eles passam as duas semanas de licença de John fazendo esse amor crescer cada vez mais, porém com a separação iminente, ambos trocam juras prometendo que não deixarão o amor morrer, que irão escrever cartas, e-mails e telefonar sempre que possível. E é assim que passa a primeira separação.
John fica mais quase um ano no exército e ao voltar de licença de novo conhece os pais de Savannah e ambos passam mais um tempo agradável juntos, e como anteriormente vem a separação... Mas ambos estão contentes com o fato de que dali a algum tempo John saíra do exército e eles poderão ter uma vida juntos, porém, ninguém contava com o 11 de setembro. O atentando às Torres Gêmeas e ao Pentágono fez com que John se realistasse, que adiasse a vida que poderia ter com Savannah... John começa a reparar que as cartas de Savannah começam a parar de ter aquele tom de saudade e de amor que antes tinham tão fervorosamente. Até que ele recebe a carta que mudará seus destinos para sempre...
O que é amar? Será que o amor pode sobreviver a tudo isso?

Crítica:
Sou muito fã do Nicholas Sparks, ainda tenho o sonho de comprar todos os livros do autor. São muito bons e muito bem escritos, ao lado de J.K. Rowling diria que é meu autor favorito.
Querido John tem uma história forte e emocionante. Contando a história de quem serve nas forças armadas e coisas pelas quais passam.
Além disso no quesito romance não tem nada o que falar. É incrível, simplesmente arrebatador. Nos prende até a última página (que eu acabei lendo com a vista quase turva). É realmente emocionante e vale muito a pena a leitura.

Mensagem:
A mensagem deixada pelo autor com Querido John é: Qual o real significado do verdadeiro amor? 
Amar não é esperar que a pessoa esteja sempre ao seu lado, fazendo o que você quer e TE deixando feliz. Amar é querer o melhor para o outro. Ver a felicidade nos olhos daquele que um dia você falou que amou. Não é ficar triste se você não estiver com ele a vida toda e se ele acabar se apaixonando por outro. É ficar feliz por ele estar feliz.

Como já citei, há uma adaptação cinematográfica, mas ainda não a vi... Mas agora que li o livro não demoro muito posto resenha do filme aqui.
Já leram algum livro do autor?
Um grande abraço
Kelly

24 de janeiro de 2013

A volta do todo poderoso careca.

Hitman Absolution



Oi pessoal faltei com a minha postagem ontem e a Kelly acabou postando no meu lugar então farei uma hoje pra compensar.

Vou falar do jogo que foi lançado no dia 20 de novembro de 2012, e trás de volta o agente 47, em Hitman absolution, que para seu retorno usou a frase "the original assassin" ou o assassino original, fazendo menção  pelo menos no meu ponto de vista, a todos os assassinos criados pela Ubisoft, em assassins creed. Tudo bem o jogo retornou de forma épica mas infelizmente não me agradou tanto, e nem superou minhas expectativas.

O jogo foi desenvolvido pela IO interactive, e usa o motor gráfico da própria empresa chamado Glacier 2, o gráfico do game durante o gameplay é assustadoramente bom, o modo como o 47 fica molhado, ou até mesmo como ele sua(de suar) durante uma missão, os cenários, as próprias chuvas, as linhas dos personagens e como eles se movem, as paredes e os detalhes dos cenários tudo isso é ótimo, mas quando os videos começam é um pouco decepcionante por que eles não são tão bons, e os personagens ficam com feições mal feitas e esquisitas, e o gráfico fica meio quadriculado... Pelo menos na minha TV.

Historia:

O começo do jogo é bombástico e a historia é muito legal, pelo menos o seu roteiro é... No começo do jogo o 47 é contratado por uma das divisões da agencia, para assassinar Diana, que está sendo acusada de ter traído a ICA (Caso você não conheça a historia de Hitman, ele é o resultado de uma experiencia que visava criar o "ser perfeito", após escapar de lugar onde ele foi "criado" ele é contratado pela agência ICA como um assassino por recompensa, e suas missões nós quatro primeiros jogos são dadas Diana e o personagem cria muita confiança por ela, já que ela sempre ajudou-o com suas missões) ).

Então 47 vai até a mansão de Diana, para atirar nela e dar um fima a sua vida, 47 acha Diana no banheiro durante seu banho e da um tiro nela, ela cai mas não morre de súbito, antes de qualquer coisa, ela conversa com 47 diz que tem uma menina em seu quarto e uma carta em seu roupão de banho pois ela sabia que ele viria para pega-la, Diana pede ajuda a ao agente antes de seu fim, ela pede a ele que cuide da menina, e a deixe a salvo.

47 lê a carta, e decide abandonar a agência e levar a menina com ele, deixando-a num convento de freiras onde ela será cuidada, e ele ficará de olho na menina até o fim do jogo, agora ele precisa descobrir por que a agencia, quer tanto por as mãos na garota, no meio desse maremoto de acontecimentos você vai ter algumas revelações bem surpreendentes dentro da trama.

O jogo:

A jogabilidade é simples é facil de se acostumar, as fases são incríveis, pelo fato de que cada missão pode ser concluída de tantas formas diferentes que o jogo simplesmente não enjoa, mas os cenários são muito feios comparados a "Hitman blood money" são becos pobres cheios de pessoas mal cuidadas, sem lugares esplendidos o jogo ganhou uma certa feiura que me decepcionou um pouco, apesar de que os cenários são extremamente bem desenhados e cheios de detalhes.

A historia é ótima mas é mal desenvolvida, eu estava esperando por mafiosos inteligentes, com falas marcantes e um jogo que seguisse de forma sombria, "tipo um poderoso chefão" ao invés disso os personagens só sabem xingar pra todo lado e usar uma linguagem depreciativa e isso foi quase um insulto ao game, pouquíssimos personagens no jogo ganharam meu respeito.

A quantidade de armas aumentou, e de formas de matar também, mas todo o esquema de customizar armas e selecioná-las antes das missões foi retirado e o jogo segue como uma historia unica e continua, o que é bom e ruim ao mesmo tempo. As fases são grandes e bem detalhadas, são divididas em áreas e cada área que você completa, novos objetivos são adicionados a sua lista.

mas o sistema de disfarce está melhor do que nunca, agora caso você esteja disfarçado como um guarda por exemplo, os guardas do local irão te identificar, e você precisara esconder seu rosto, para eles não descobrirem que você não faz parte da policia. nesse quesito o realismo do game ficou muito bem feito.

O jogo falhou em algumas coisas, mas continua sendo um ótimo game, possui vinte missões todas as missões são enormes, e podem ser feitas de um milhão de maneiras, garante algumas horas de diversão, e uma historia interessante, na minha humilde opinião, como um jogo avulso, Absolution é muito bom, mas como uma sequencia de Hitman blood money, ele faltou com algumas coisas, como por exemplo por a mão dentro do terno para sacar um arma, em Absolution, a arma simplesmente brota na mão de Hitman. ou subir escadas degrau por degrau, ao invés de simplesmente atravessa-las, coisas simples que faziam uma grande diferença no jogo anterior, e também o fato de que agora o 47 pode guardar extintores de incêndio em seu terno, esses fatores de realismo que ficaram faltando me decepcionaram um pouco.

Caso você goste da serie Hitman o jogo vale a pena, se você gosta de "stealth" e múltiplas possibilidades o jogo também vale a pena. Eu recomendo, mas não digo que um ótimo jogo, somente que é divertido.

espero que tenham gostado.
-Vitor-


Brasil precisa construir 130 mil bibliotecas

Oi pessoal!

Estava fuçando um pouco na internet e acabei achando uma reportagem muito interessante no portal Terra e vim correndo mostrá-la a vocês!


"O Brasil precisa instalar 130 mil bibliotecas até 2020 para cumprir a lei 12.244, que determina a existência de pelo menos um livro por aluno em cada instituição de ensino do país. Atualmente, na rede pública apenas 27,5% das escolas têm biblioteca. Segundo levantamento do movimento Todos pela Educação, para equipar todas as instituições, seria necessário construir 34 unidades por dia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Os Estados mais carentes estão nas regiões Norte e Nordeste. Na rede municipal do Maranhão, por exemplo, só 6% das escolas têm biblioteca. São Paulo também é destaque negativo no levantamento, já que 85% das unidades da rede pública não contam com o espaço de leitura. A justificativa mais comum para não cumprir a lei é a falta de espaço físico, já que muitas das novas escolas são construídas em terrenos apertados."

Esperamos que realmente haja a construção dessas bibliotecas para que os jovens tenham mais contato com o tão vasto mundo da leitura. 
O que acharam da matéria? 
Kelly

23 de janeiro de 2013

A mediadora: O arcano nove - Livro

Oi gente, tudo bem?

Já apresentei aqui para vocês a série A mediadora da Meg Cabot.Hoje trago a resenha do segundo livro da série. Quem não se interessou muito pela história do primeiro livro - a apresentação de Suzannah e uma pequena demonstração do seu "trabalho" - quem sabe não goste da continuação da história? Curioso? Então dá uma olhadinha na resenha:


Série: A mediadora
Livro: O arcano nove (livro 2)
Título Original: The mediator: Ninth key
Autora: Meg Cabot
Editora: Record
Páginas: 269


“Suzannah está adorando sua vida nova na ensolarada Califórnia. Uma festa atrás da outra, amigos e até um potencial namorado – nada menos que Tad Beaumont, o garoto mais bonito e rico da cidade. Mas, como toda adolescente, Suzannah enfrenta muitos problemas. Um em especial é só seu: os fantasmas não a deixam em paz. E ela tem até uma quedinha por um deles.”




Resenha:
A série A mediadora conta a história de Suzannah Simon de 16 anos que tem um dom nada comum: ela possui a capacidade de falar com os mortos e tem como ‘missão’ ajudá-los a resolver assuntos pendentes em Terra, para que eles possam ‘passar dessa pra melhor’.
No primeiro livro, Suze (Suzannah) tem sua vida um pouco mudada com o casamento da mãe e tendo que se mudar de Nova York para a Califórnia para viver com ela, o marido e seus três filhos. Na nova cidade ela se mete numa grande encrenca com a fantasma de uma menina que havia se matado após seu namorado ter rompido o relacionamento com ela.
Já no segundo livro da série, Meg Cabot nos apresenta um ‘problema’ um pouco diferente. Dessa vez, quem está dando mais trabalhos são os vivos e não os mortos. Ao se deparar com a fantasma de uma mulher berrando em seu quarto e pedindo para que falasse a um tal de Red que ele não foi o causador de sua morte, Suze se vê obrigada a encontrar o tal homem para transmitir o recado, para que a pobre alma possa seguir seu caminho tranquilamente. Porém, sem informação alguma como o sobrenome de Red, ou até mesmo o nome da fantasma, Suze sai as cegas. É assim que ela encontra Thadeus Beaumont, um grande empresário que para ela é a pessoa que estava procurando, porém, é ai que começa a confusão. O Sr. Beaumout é o pai de um ‘colega’ de Suze que a havia chamado para dançar dias antes em uma festa na piscina na casa de Kelly Prescot (a patricinha da turma), e ela acaba descobrindo que o cara é meio doido e acredita que seja vampiro.
O Sr. Beaumout é um homem muito ocupado e um tanto difícil de se contatar, então Suzannah se vê obrigada a inventar uma mentirinha para conseguir ir até a casa dele e transmitir o recado; mas, após fazê-lo repara que continua a ser perturbada pela mesma mulher. O que será que está fazendo de errado?
Paixonites por seres de outro mundo, seu primeiro beijo, encrencas, confusões e risadas, é assim que Meg Cabot segue com sua série.

Crítica:
Não estou me decepcionando nem um pouco com a série. Aliás, fico até bem chateada se algum dia não tenho tempo pra parar e ler o livro, abandonei o computador e qualquer distração que me distanciasse da história, e quer saber? Vale muito à pena!
Meg Cabot escreve de uma maneira que você não consegue parar de ler e fica sedento de informação a cada virada de página. Você começa a se colocar na pele da personagem e isso torna as coisas realmente mais interessantes.
Realmente me surpreendi com o final e posso dizer que quase rolaram umas lágrimas ein rsrs.

Curiosidade:

Significado do Arcano Nove no tarô: O eremita, a nona carta do tarô, guia as almas dos mortos para além da tentação das fogueiras ilusórias ao lado da estrada, de modo que posam ir direto ao seu objetivo mais elevado.
E ai, curioso com a série? Bora ler! O que estão achando?

Abraços e beijos
 Kelly

21 de janeiro de 2013

Golden Globe 2013

Hoje pra mudar um pouquinho não teremos resenhas.








Vamos falar um pouco sobre o Globo de Ouro 2013 que aconteceu no dia 13/01/2013 (domingo passado). A 70º edição do evento que premia as melhores produções e atores de 2012 aconteceu em Los Angeles.




Teve como apresentadoras Tina Fey e Amy Poehler.
Os destaques da noite foram o filme "Os miseráveis" que faturous TRÊS prêmios dentre eles melhor filme de comédia e "Argo" que faturou dois dentre eles o de melhor diretor para Ben Affleck.
Elenco de Os miseráveis, que conta com participação de atores como Amanda Seyfried (que fez Garota da Capa Vermelha e Querido John por exemplo), Anna Hathaway (de Diário da Princesa) e Helena Bonham Carter (eterna Bellatrix Lestrange de Harry Potter)

O filme Lincoln que concorria a exorbitantes SETE categorias acabou levando pra casa apenas um dos prêmios, o de melhor ator de drama para Daniel Day - Lewis.
Valente venceu concorrendo com Detona Ralp e Frankiwinnie. Valente é um filme muito bom, gera muitas risadas e foge bastante daquela coisa de princesas a procura do príncipe encantado que normalmente vemos, Merida é uma garota independente, que sabe o que quer da vida. Não posso falar dos outros filmes, porque ainda não os vi, mas fiquei feliz pelo prêmio.
 A música Skyfall de Adele ganhou como melhor canção original. Mas eu ainda prefiro Safe & Sound da Taylor Swift para Hunger games (Jogos Vorazes)...

Outra coisa também que chama muita atenção no Golden Globe são os modelitos que os famosos desfilam.
Anne Hathaway linda que ganhou o prêmio de melhor atriz coadjuvante desfilou com um Chanel branco básico. 
Eva Longoria que desfilou com uma senhora fenda em seu vestilo Emilio Pucci.

E um dos casais mais queridos do mundo Brad Pitt e Angelina Jolie arrasaram como sempre no red carpet
brad pitt golden globes 2013


Aqui vai a 'listinha' de todos os ganhadores:
Melhor filme (comédia ou musical): Os miseráveis
Melhor Drama: Argo
Melhor Diretor: Ben Aflleck (por Argo)
Melhor ator de drama: Daniel Day - Lewis (em Lincoln)
Melhor atriz de drama: Jessica Chastain (em A hora mais escura)
Melhor ator (comédia ou musical): Hugh Jackman (em Os miseráveis)
Melhor atriz (comédia ou musical): Jennifer Lawrence (em O lado bom da vida)
Melhor filme estrangeiro: Amour (da Áustria)
Melhor ator coadjuvante: Christoph Waltz (em Django livre)
Melhor atriz coadjuvante: Anne Hathaway (em Os miseráveis)
Melhor série de TV (comédia ou musical): Girls
Melhor série de TV (drama): Homeland
Melhor Filme ou Minissérie de TV: Virada do jogo (Game change)
Melhor atriz em série de TV (drama): Claire Danes (em Homeland)
Melhor ator em série de TV (drama): Damien Lewis (em Homeland)
Melhor atriz em série de TV (comédia ou musical): Lena Dunham em Girls)
Melhor ator em série de TV (comédia ou musical): Don Cheadle (em House of lies)
Melhor ator em minissérie ou filme de TV: Kevin Costner (em Hatfields & McCoys)
Melhor atriz em minissérie ou filme para TV: Julianne Moore (em Virada do jogo)
Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme para TV: Maggie Smith (em Downton Abbey)
Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme para TV: Ed Harris (em Virada do Jogo)
Melhor Animação: Valente
Melhor Roteiro: Django Livre (Quentin Tarantino)
Melhor trilha sonora: As aventuras de Pi (Mychael Danna)
Melhor canção original: Skyfall da cantora Adele para o filme 007: Operação Skyfall

(Fonte)

Dá uma vontade de estar lá pra ver de pertinho o evento né?

Beijos
Kelly Miranda

20 de janeiro de 2013

Uma jornada inesperada

     
               O hobbit uma jornada inesperada, título original "The hobbit an unexpected journey" foi lançando em 14 de dezembro de 2012 nos cinemas, e eu acredito que tenha sido o melhor filme do ano passado, o filme vendeu apenas, dois milhões, setecentos e vinte oito mil e duzentos e setenta e cinco ingressos, eu sei, eu sei, que não podemos comparar o quanto um filme é bom com a sua venda de ingressos, mas acreditem O hobbit, é simplesmente, MUITO bom.

              Mais uma vez dirigido por Peter Jackson, O Hobbit, é uma adaptação do livro, que possui um pouco mais de 300 páginas e ainda assim, será dividido em três partes e terá três filmes, por que? Eu não faço ideia, mas se os filmes forem tão bons quanto o primeiro eu realmente não me importo, o filme poderia sim ter sido feito em apenas uma parte, mas não teria ficado tão bem feito e também não seguiria tão bem a história do livro nem de forma tão aprofundada, eu ainda não li o livro, mas as pessoas que leram disseram que o filme está muito bom e que até puseram coisas no filme que não estavam no livro, e que também o filme não passa nem do começo do livro, mas não se preocupem, o filme não fica ruim e nem merece ser atacado por possuir coisas a mais do que o livro.
             
                No elenco nós temos: Ian Mckellen (Gandalf), Martin Freeman (Bilbo Bolseiro), Andy Serkis (Gollum ou smeaglou) e Richard Armitage (Thorin escudo de carvalho), esses são apenas os personagens mais importantes há muito outros atores e atrizes no filme, mas não citarei aqui.

                Daqui pra frente quem nunca assistiu, ouviu falar ou pelo menos leu sobre O senhor dos anéis, O hobbit, ou O Simarillion, Talvez ache o post um pouco confuso com seus nomes e citações à terra média, peço minhas sinceras desculpas, mas se eu fosse resumir mais de 3 mil páginas de histórias sobre a terra média, com todos os seus nomes e mapas complexos, eu estaria escrevendo um livro e não uma crítica, por isso eu vou ser obrigado a deixar esse post um pouco confuso, espero que me perdoem.

               No livro O senhor dos anéis, no primeiro capítulo, Bilbo bolseiro está para fazer 110 anos de idade, e vai dar uma festa que a muito tempo foi esperada em bolsão na aldeia dos hobbits, e convidará hobbits de todas as partes e dará presentes a todos eles, e também fará uma surpresa, surpreendente.

               Bilbo bolseiro é um hobbit de bolsão, você deve saber que os hobbits desse lugar não gostam de aventuras e não gostam de se arriscar, eles também consideram coisas surpreendentes e inesperadas um insulto, mas Bilbo não é um bolseiro qualquer: ele é um descendente dos Tûks, hobbits de uma outra aldeia que fica depois do rio, os bolseiros consideram esse povo muito estranho, por gostarem de uma certa aventura e um pouco de adrenalina no sangue de vez em quando. Sendo um descendente de Tûks, Bilbo sempre teve uma certa vontade de se aventurar, e é nessa vontade que a história do hobbit, começa.

              O filme se passa veja bem, mais ou menos 60 anos antes dessa festa tão esperada, quando Bilbo Bolseiro tinha apenas 50 anos de idade, e estava na frente de sua toca de hobbit, em Bolsão fumando seu caximbo, quando ele é de repente abordado por um velho (mais muito velho mesmo) mago cinza, chamado, Gandalf, ele então sem mais nem menos convida Bilbo para uma aventura, que é recusada, pois Bilbo nessa época segue as regras do condado: se mantenha seguro, longe da adrenalina  o que acontece fora de Bolsão não é problema do Bolsão.

Ele despensa Gandalf que ri, e põe uma marca em sua porta, mais tarde 13 anões aparecem em sua casa, batendo em sua porta, e depois deles Gandalf também chega, não conseguindo impedir os anões de entrar, ele acaba vendo sua toca se tornar o ponto de encontro para uma comitiva de 15 homens, ou no caso 13 anões 1 mago e 1 hobbit, que vão partir em uma peregrinação, para a montanha de Smaug, um dragão que há muito tempo tomou posse da montanha, que antigamente era reino dos grandes reis anões, nessa montanha eram feitos todos os tipos de pedras preciosas e coisas que o homem considera de valor, tomada a força pelo dragão os anões ficaram sem sua casa por décadas, até que Thorin escudo de carvalho decidi retomá-la, assim a comitiva é reunida e o hobbit é contratado por eles para ser o seu ladrão.
           
             Sei que falei muito... Mas  não contei quase nada do total da história, esses fatos são revelado para nós, como uma simples história de fundo, e o filme percorre por 3 horas de duração, com muito mais a apresentar, nesse filme nós temos REaparições como a de saruman o branco, ou Arwen, a elfa apaixonada por Aragorn filho de Arathorn em O senhor dos anéis, e também Aparições como a de Radagasd, o bom e velho mago castanho, que ama e zela pelos animais das florestas, e possui muitos deles como amigos fiéis, e eu devo comentar que essas aparições são incríveis  principalmente para quem assistiu senhor dos anéis há tantos anos atrás, e vê reaparições de personagens épicos, e novas aparições de personagens mais épicos ainda, isso foi um dos pontos fortes do filme, os seus personagens e como eles são apresentados. Agora a maior reaparição do filme, pelo menos pra mim, foi a de Frodo Bolseiro logo no começo, quando Bilbo ainda está velho, e antes de aparecer "60 anos atrás" no filme, essa foi uma cena que me deixou de queixo caído, sério.

                Apesar das longas horas de duração o filme acontece com muita fluência  ele não para nunca a história é apresentada de forma muito bem contada, mas sabe a hora de por ação e por conversas, sem nunca em momento algum deixar o filme enjoativo, os treze anões são muito divertidos e extremamente engraçados, tirando Thorin, que é o anão mais sério da comitiva, mas também o mais heróico, cada um dos atores e papéis encenados no filme agrada, e agrada de mais, não há ninguém no filme que eu possa dizer que fez um papel ruim, todos os personagens são incríveis, e para aqueles que já assistiram O senhor dos anéis, a experiência acaba ficando nostálgica e também muito épica.

               
Diferente de O senhor dos anéis, esse filme toma um rumo bem mais juvenil, nem por isso é pior, o filme é bom como senhor dos anéis, ele não cai em nenhum aspecto, mas também não possui todos os aspectos de seu antecessor, o filme puxa para cenas mais cômicas, é um filme que te faz rir muito, e se apaixonar com muita facilidade pelos personagens, tomando esse rumo, as batalhas do filme, que não são poucas, mas não são as grandes guerras de senhor dos anéis, também se tornam mais divertidas, e não tão grandiosas, mas é aquela coisa, elas são incríveis e divertidas num nível que se iguala ao senhor dos anéis.

              Os cenários, como de costume, são nota dez, a reaparição de Valfenda, é foda de mais, a cidade está linda, e com efeitos gráficos muito mais bonitos e bem feitos, assim como os elfos, e tudo no filme, a possibilidade de usar as tecnologias de hoje em dia durante as filmagens deixaram o filme mais belo do que nunca, os jogos de câmera as cenas de batalha, as aparições dos orcs, dos lobos, dos trolls e da terra média, está tudo lindo e extremamente bem feito, essa imagem nova que O hobbit proporcionou tornou a experiência ainda mais agradável.
         
Não vou nem falar nada das músicas, trilha sonora excelente além dos limites da compreensão, a história é ótima, os diálogos em sua maioria ou são engraçados ou inteligentes e profundos, o roteiro foi genial, assim como o livro deve ser, o filme é simplesmente foda, não posso e não há como passar todas as sensações que o filme e a história são capazes de demonstrar, por isso simplesmente assista, eu recomendo de mais e também recomendo de mais o senhor dos anéis, se você nunca viu veja, é muito difícil se arrepender com um filme desses, a não ser que o seu gosto não puxe para o lado da terra média, magos, orcs e trolls, e coisas do tipo, a não ser que você não veja a menor graça nisso, eu recomendo fortemente que assista aos filmes e leia os livros.

                 Mas como nada nesse mundo é perfeito eu preciso dizer um grande erro de O hobbit, algo que realmente entristeceu no filme, sabe como é não é? Um crítico também precisa apontar o lado negativo... A merda no filme todo é que ele acaba... E que a gente precisa esperar até o ano seguinte para poder assistir a continuação (talvez eu não seja um crítico muito bom, não me culpem).

O hobbit: nota 10
           
Comentem se possível, sobre sua opinião do filme, concordo que sou um apaixonado por essa história do Tolkien, e posso em algumas partes ter exagerado ou até mesmo me equivocado haha, então eu gostaria que comentassem, muito obrigado abraço.

-Vitor Carnevalli-

19 de janeiro de 2013

Dicas - Livros Infantis

Oi pessoal, tudo bem?

Para alguns esse post pode parecer meio sem noção. Mas a questão é que gostaria de mostrar para vocês que livros infantis podem ser muito mais conteudistas e legais do que num primeiro momento possam parecer.
Esse dois livros que venho apresentar hoje a vocês eu conheci através do meu irmão, já que ele teve que lê-los na escola. Me interessei e acabei adorando a leitura. Espero que como eu, vocês também tenham a oportunidade de mergulhar de cabeça nas histórias. E, para quem se acha bem crescido e maduro para isso, mas que tem crianças e jovens em casa, apresente para eles. Tenho certeza de que não será uma perda de tempo.

Título: BGA o bom gigante amigo
Editora: 34 ltda.
Autor: Roald Dahl
Páginas: 285


“Imagine só você sendo raptado no meio da noite da sua cama quentinha e confortável por um estranho ser de oito metros de altura vestido com uma enorme capa preta. Quando Sofia, uma garotinha órfã de oito anos, passa por esse momento terrível, pensa que será devorada em seguida. Mas o sequestrador não passa de um gigante sensível que se transforma em seu grande amigo. Juntos, eles terão de bolar um plano maluco e infalível contra os outros monstros habitantes da deserta e longínqua Terra dos Gigantes, que se divertem todas as noites comendo seres humanos do mundo inteiro. Nessa fantástica aventura, em que até a Rainha da Inglaterra será uma aliada, eles viajarão por mundos encantados e estranhos como a Terra dos Sonhos onde o Bom Gigante Amigo, ou BGA, caça sonhos dourados para soprar no quarto de criancinhas adormecidas.”

Crítica:
A escrita é bem legal e fluida. Os gigantes do livro têm nomes “assustadores” como Comecarnecrua e Agarramigo, por exemplo, e todos eles possuem certa dificuldade para falar, então falam muuitas palavras erradas, o que dá certo humor ao livro.
É um livro muito gostoso e engraçado de ler. Não é por ser um livro infantil que deve ser completamente vetado da leitura de pessoas mais velhas por exemplo. Possui grande quantidade de páginas, o que pode ser um pouco assustador para os leitores mirins, mas isso é compensado pelo fato de: o livro ser pequeno, as letras serem grande e haver algumas imagens espalhadas pelo livro.


Título Original: Pippi Langstrump
Autora: Astrid Lindgren
Editora: Schwarcz
Páginas: 156
“Sua heroína é uma menina de nove anos incrivelmente forte – capaz de levantar um cavalo – que não tem pai nem mãe e mora sozinha, mas feliz da vida. Ela mesma faz suas roupas – bem esquisitas – e as comida – biscoitos, panquecas e sanduíches. Píppi Meialonga é destemida e sapeca, e lembra a boneca Emília do Sítio do Pica – Pau Amarelo, para quem nada é impossível. Sempre com uma resposta na ponta da língua, ela inventa histórias o tempo todo e tem total confiança em si mesma. Dá uma surra em cinco meninos brigões, engana policiais que querem leva-la para um lar de crianças, e põe dois ladrões a correr e enfrenta um toura a unha.
Nada convencional e um tanto anárquica, causa espanto e confusão por onde passa, seja na escola, no circo ou na casa dos vizinhos tradicionais. Para ela, o mundo é uma grande brincadeira e até mesmo diante de um incêndio ela não perde a clama e descobre uma maneira engenhosa e divertida de salvar as pessoas. Enfim, Píppi é uma menina encantadora, que realiza os sonhos de liberdade e aventura de todas as crianças.”

Crítica:
Píppi é uma garotinha serelepe que vive se metendo em confusões que geram muitas risadas ao leitor. Esse tipo de livro é muito bom porque mostra a inocência da criança de uma forma pura e simples. É uma garota sem pais e que vive alegre no mundo com um macaquinho e um cavalo de estimação, cuidando da casa e de si mesma.
Possui algumas imagens e uma linguagem bem fluida e de fácil entendimento já que é voltado para o público mais jovem.
Píppi Meialonga pelo que eu estava pesquisando também possui uma adaptação cinematográfica. Infelizmente ainda não tive a oportunidade de vê-lo, mas se alguém viu e gosto, me conte.

Espero que tenham gostado das dicas. Recomendam algum livro infantil que tenha chamado sua atenção de uma maneira especial?

Um grande beijo
Kelly Miranda



18 de janeiro de 2013

O assassino de Boston - Jogo

Assassin's Creed 3

O gigante do ano de 2012 Assassin’s Creed 3, que foi lançado no dia 11 de novembro no Brasil, e em um mês vendeu mais de 7 milhões de cópias no mundo todo e ficou marcado como o game que vendeu mais em menos tempo na história da Ubisoft.
            Assassins creed 3 é um jogo desenvolvido pela ubisoft, que é mestre na indústria de games, também desenvolveu jogos como, Prince of pérsia, Splinter cell, Rainbowsix e está trabalhando no jogo Watch dogs, que parece ser uma incrível evolução no mundo dos games.
            Assassin’s creed é uma franquia milionária e gigantesca, que apresenta jogos com uma capacidade gráfica incrível, e uma história que sabe como prender a atenção, todos ou quase todos os personagens de assassin’s são bem feitos e possuem características fortes.
            Durante qualquer um dos jogos, você possui algumas cidades, ou alguma cidade, na qual você pode fazer “coisas”, como andar e Explorer, ir em “view points”, escalar toda e qualquer estrutura no game, fazer missões alternativas, lutar contra guardas, viajar pelo campo de batalha (opção disponível apenas no primeiro, segundo e terceiro game), andar a cavalo. E no caso do terceiro game, caçar, conversar com pessoas “aleatórias” e fazer carinho em animais domésticos.
            O sistema de batalha nos quatro primeiro games, são baseados em defender e contra atacar, com uma pequena alteração em assassin’s creed 3, basta você defender com um botão, e na hora que algum inimigo for te atacar, apertar o botão de ação e o personagem faz golpes incríveis com qualquer uma das armas. A partir do segundo game, são adicionadas as opções de: pegar as armas de seus inimigos, lutar com os punhos, usar bombas de fumaça, dardos envenenados, entre outras coisas e a cada game, novas armas e invenções são incluídas.
            As missões extras no jogo assim como as armas e itens, foram sendo cada vez mais adicionadas, assim como o modo multiplayer, no primeiro game havia apenas um tipo de missões extras, que era salvar civis que estavam sendo agredidos por guardas, à partir do segundo jogo, missões como: lutar, ir atrás de homens que traem mulheres, assassinatos extras, corridas envolvendo parkour, ajudar os povos de suas terras, liberar lugares da cidade para comércio, e até mesmo mandar assassinos de sua ordem para missões em lugares longínquos se tornaram uma possibilidade de coisas a se fazer no game, além das missões principais.
            No fim das contas, assassin’s creed é um game que não enjoa ou cansa, se você encher das missões primárias, pode fazer as secundárias, se você se encher destas, pode sair matando guardas na rua, ou só fazer parkour por ai, são jogos grandes, que tem bastante duração de gameplay e são muito divertidos, apesar disso extremamente fáceis, e em questão dos quatro primeiro games, possuem um movimento falho, que sempre te irrita, quando você está andando pela cidade, por muitas vezes, as coisas saem errado, por simplesmente saírem errado e você acaba saltando dentro do feno ou no meio da rua, quando devia apenas pular dois centímetros para direita.
            Além dos erros no movimento, há os bugs, que eram muito aparentes, no primeiro game, foram corrigidos no segundo, terceiro e quarto game, e voltam a aparecer em maior escala no quinto game, coisas do tipo, você estar correndo esbarrar em uma pessoa e ela se transformar em um guarda... Ou simplesmente desaparecer. Apesar de ser algo “comum” no game, não chega a estragar sua experiência nem de longe.
            Antes de assassins creed 3 mais quatro jogos da série foram lançados, todos bons, mas não igualmente bons, antes de falar de assassins creed 3, vou fazer um resumo dos jogos anteriores, para  quem ainda não tenha jogado nenhum deles, se você já jogou e não está interessado em ler o post inteiro, pule para o tópico “Assassins creed 3” e continue dali.
           
Assassins creed 1
         Nesse game você ira conhecer Desmond Miles, protagonista principal do game, e descendente do clã de assassinos, Desmond era um cara “comum” que trabalhava num bar, e um dia é sequestrado por uma empresa chamada Abstergo, após ser sequestrado, ele é levado para dentro da empresa até uma máquina chamada Animus, que à partir de seu DNA é capaz de puxar a memória de seus antepassados e é nisso que o jogo é baseado.
            Através de seu DNA e da memória de seus antepassados, a empresa procura achar maçãs do éden objetos de extremo poder no game. Quando você entra no Animus, é levado de volta a época das cruzadas e assume o papel de Altair, um assassino daquela época que trabalhava para um clã de assassinos muito importante.
            Logo no começo do jogo, Altair por ser um grande seguidor da ordem e um dos melhores assassinos da terra, acaba deixando o poder subir a cabeça e acaba quebrando algumas regras dos assassinos e uma delas seria: nunca matar inocentes. Na primeira missão você vai atrás de recuperar uma das maçãs do éden mas a perde, e ela é trazida de volta para sua terra por outro assassino. Seu mestre, após descobrir o que você fez e como tomou conta da missão que lhe foi dada, tira todas as suas patentes te transformando de novo em um mero aprendiz.
            Após esses acontecimentos, você recebe o trabalho de matar nove homens, enquanto você aos poucos recupera suas patentes. Altair começa a duvidar das coisas e fazer perguntas, procurando entender melhor a ordem dos assassinos e dos templários.
            Enquanto isso Desmond segue trancado o jogo todo, descobrindo quem é Lucy, quem é o doutor que ordenou seu sequestro, e descobrindo coisas sobre a ordem dos assassinos.
           
Os templários
            São uma ordem de homens de altíssimo poder, que sempre estão no topo do mundo, sempre com mais dinheiro que os assassinos. Os assassinos e os templários perduram em uma guerra milenar que começou há muito tempo, apesar de os dois lados defenderem a ordem e a paz, os assassinos acreditam na liberdade a cima de tudo, e os templários acreditam que a liberdade é algo inalcançável, e pregam a paz através de uma certa escravidão.

Assassni’s creed 2 e continuações
           
            Depois de assassins 1 veio o segundo jogo da série, Desmond da um jeito de escapar da Abstergo, após descobrir que eles são uma empresa templária, ele foge para uma casa segura ou safe house, em algum lugar no EUA, e lá ele é jogado de volta no Animus, por assassinos de um pequeno grupo que incluem um homem chamado Shaun e uma mulher chamada Rebecca.
            Agora você é jogado em um Animus 2.0 que ao mesmo tempo que lembra sobre seus antepassados, também treina seu corpo e mente, para te transformar em um assassino, em questões de meses Desmond treina o que levaria anos para ser ensinado.
            No segundo jogo, e também em Brotherhood e revelations, você assume o papel de Ézio, Ézio de auditore de La Firenze, seu pai era um assassino, na Itália, e dava aos seus filhos algumas tarefas a serem compridas. Um belo dia o pai de Ézio o chama em sua sala, e diz que sua família está sendo acusada injustamente de um crime, e manda que Ézio entregue uma carta que prova sua inocência, a carta é entregue, mas some na mão daqueles que a recebem, e seu pai é acusado mesmo assim.
            Quando você volta para casa uma noite, ele foi levado para a prisão e sua casa está sendo revistada por guardas, você acaba achando a roupa de assassino de seu pai, e se vê matando dois guardas. Após visitar seu pai na prisão Ezio tenta impedir o assassinato de sua família mas falha, e assisti seu pai e irmãos mais novos serem assassinados.
            Ele viaja muitos quilômetros até uma casa longe de onde ele vivia, e lá encontra seu tio Mario que o treina para ser um assassino. Agora Ézio esta atrás de vingança.
            Em Brotherhood, Ezio vai para Roma e em revelations, ele volta para a cidade de Altair, finalizando sua história com mais de 50 anos, os dois jogos são bons, mas não tão bons, a história é a mais fraca, e as invenções do jogo ficam tão excêntricas para época, tipo você tem um paraquedas EM ROMA, que acaba ficando... Irrealista de mais, o Brotherhood, vale a pena por ser a primeira vez que você é quem manda no clã de assassinos, dá as ordens e as missões, e também os acontecimentos com Desmond nesse game são extremamente importantes, para o entendimento da história. Brotherhood é um game que faz você ficar de queixo caído no final.
            Já o revelations onde Ezio atinge seus cinquenta, possui uma história bem fraquinha, e só vale a pena porque, ele mostra como foram os últimos anos da vida de Altair, que é meu personagem favorito da saga, a história dele e o fato dele ter vivido até os 90 anos de idade, são simplesmente muito foda.


Assassin’s creed 3
            

Finalmente chegamos ao ponto crucial da postagem, Desmond agora chega a um local muito antigo, construído pelos deuses, e uma vez lá dentro junto de Shaun, Rebecca e seu pai, ele precisa dar um jeito de encontrar uma chave que foi escondida há muito tempo durante a época em que a América (EUA) era só uma colônia, e os americanos estavam em guerra com os britânicos, durante a declaração da independencia.
            Assim você assume o papel de Connor, um meio britânico meio índio, (cujo o nome verdadeiro é impronunciável e eu não me arrisco a escrevê-lo.) E joga com ele desde que ele é uma pequena criança, e o jogo perdura até seus 30 anos anos de idade.
            Durante a guerra a tribo de Connor é atacada por homens brancos, e eles ameaçam tomar as terras dos índios a força se eles não oferecem por bem, isso deixa Connor preocupado, e o vira contra os britânicos. Durante seu treinamento para se tornar uma adulto, Connor passa por um ritual, e conversa com Juno, que ele acredita ser um espírito da floresta.
            Juno então o convence a procurar o símbolo dos assassinos e ir atrás dos homens que oferecem problemas ao seu vilarejo, assim Connor vai atrás de um mestre para treiná-lo. Depois de viajar por muito tempo, ele finalmente o encontra, depois de dias dormindo perto da residência de seu mestre Connor finalmente é aceitado e treinado e assim começa sua história.
            Com esse senso de herói, connor virou na minha opinião o melhor protagonista de 2012 e o melhor da série, depois de Altair, claro. O jogo é muito divertido e o maior da série, a história é envolvente e o gráfico é um absurdo de bem feito, além de tudo há animais na rua que agem de forma muito natural e realista, e você pode brincar com eles, fazer carinho, e coisas do tipo e os animais reagem a isso de uma forma muito realista.
            Boston, Nova York, e o campo foram muito bem trabalhados e fielmente redesenhados para o game, agora o jogo apresenta a variação de poder :escalar árvores e montanhas, o parkour está finalmente perfeito, já que o jogo foi refeito do zero, não há mais aqueles erros grotescos de pular pra um lado e ele ir pro outro, a movimentação flui bem melhor e com muito mais facilidade sem te estressar.
            Os mapas do game são gigantes e a quantidade de coisas a serem feitas também, cada distrito das cidades possuem uma informação se eles são liberados, ou controlados por templários, você faz diversas missões nesses distritos e por fim a liberation mission, que serve justamente para liberar as áreas dos templários, além disso há fortes templários que você pode invadir, a missões extras de combate, assassinatos, conversas, pessoas a serem salvas nas cidades, e muitas outras coisas.
            O combate está mais mortal, fluido e brutal do que nunca, tendo que apertar o botão de defesa na hora certa e depois o botão de ataque, seja para contra atacar com pistolas ou com lâminas, o combate se tornou um pouquinho mais difícil do que antes, mas em compensação ele nunca para, todos os golpes são combos e a coisa flui tão bem, que você se sente um Jet li da vida descendo a porrada e defendendo tudo ao mesmo tempo de uma forma extremamente épica.
            A trilha sonora é incrível, e da aquela sensação épica de guerra, as florestas são lindas, já as cidades nem tanto, mais são uma replica exata de suas verdadeiras colônias, você ainda possui a opção de nadar, e agora pode carregar rifles como armas, além de espadas, machados grandes, e a dart rope, uma faca enrolada numa corda que você usa para pendurar e enforcar seu inimigos em árvores.
            Não bastasse tudo isso, eles também acrescentaram modificações no tempo podendo chover e nevar, e elas ocorrem de forma muito bonita e perfeita, e é o primeiro game da série com tempo, podendo ter pequenas garoas a grandes chuvas e depois das chuvas ficam poças de água pelos buracos da cidade, e por fim pra fechar com chave de ouro, há também batalhas navais para serem jogadas no game, você controla um navio de guerra, e precisa concluir missões como proteger outros navios, ou guerrear, você sendo capitão do navio, controla sua direção, sua velocidade, dá a ordem para o ataque, e pode comprar melhorias para seu navio. Ou seja o MELHOR GAME DE 2012.
O jogo vale MUITO a pena e é muito mais do que eu contei aqui, e tirando os bugs que voltam a aparecer com frequência, não há pontos negativos nesse game. Pelo menos eu não encontrei nenhum.

Bom jogo para vocês. Até mais
- Vitor Carnevalli - 

17 de janeiro de 2013

A mão esquerda de Deus - Livro

Oi pessoal, tudo bem?

Agora mais um livro pra vocês, dessa vez é o  primeiro livro da trilogia A mão esquerda de Deus de Paul Hoffman. É um livro diferente dos que eu normalmente leio - já que gosto bastante de romance, magia e aventura - não que não tenha isso no livro, mas alguns desses temas não são tão abordados.


Trilogia: A mão esquerda de Deus
Livro: A mão esquerda de Deus
Título Original: The left hand of God
Autor: Paul Hoffman
Editora: Objetiva
Páginas: 327


“O Santuário dos Redentores é um lugar desolador. Um lugar onde a esperança e a alegria não são bem vindas. A maior parte dos meninos que habitam o lugar foi levada para lá muito nova e contra a vontade. Eles padecem sob o regime opressor dos Lordes Redentores, cuja violência e crueldade têm como único propósito honrar à memória do Redentor Enforcado – e passam suas vidas prisioneiros dos corredores labirínticos e tortuosos do Santuário, um lugar com séculos de história e segredos, e que ninguém conhece por completo...”



Resenha:
Conta a história de Thomas Cale, um garoto que vive no Santuário dos Redentores desde muito pequeno. Lá, vive com mais de 5 mil garotos chamados acólitos, que são treinados e educados pelos Redentores (pessoas que seguem e acreditam fielmente nos ensinamentos do Redentor Enforcado, aqui uma alusão a Jesus Cristo), aprendendo a arte da guerra, já que os Redentores estão enfrentando uma guerra no Fronte Ocidental conta os Antagonistas (pessoas que para ele defendem práticas obscuras e desprovidas de fé, além de não acreditarem no Redentor Enforcado). É ai que Cale, juntamente com seus amigos Kleist  e Henri Embromador encontram uma mulher (algo que nunca haviam visto em suas vidas) de nome Riba a ponto de ser morta por um Redentor, eles a salvam e tentam sair do Santuário. Nessa fuga encontram vários obstáculos (desde a perseguição dos Redentores até a própria fadiga) até que são interceptados e levados a Memphis. Lá eles são interrogados sobre as práticas e objetivos dos Redentores, e também começam a ser ‘treinados’ porém, de uma maneira diferente. Até que Cale surpreende a todos e mostra do que realmente é capaz, um garoto de cerca de 15 anos que pode matar com uma rapidez e frieza surpreendedoras. Mas não é só de maldade que ele é feito, tanto que acaba se apaixonando por Arbell Materazzi ou Arbell Pescoço-de-Cisne, a filha de nada menos que o Marechal Materazzi (a família ban ban ban do livro). Mas será que um forasteiro que é uma arma de matar realmente terá o privilégio de ter a moça mais estimada do reino? 

Crítica:
 
O livro é repleto de sangue e violência, talvez um pouco pesado pra quem não esteja acostumado. Demorou uns bons capítulos pra prender minha atenção (sou um pouco exigente), mas depois que prendeu li num piscar de olhos. É o tipo de livro que você não consegue parar de ler, tem um final bem legal que dá aquele “gostinho de quero mais”. É também nesse primeiro livro que descobrimos porque Cale, entre tantos outros meninos do Santuário foi meio que “selecionado” para ter um dos Redentores como seu “tutor particular”. É aqui que a história começa e aqui que o Anjo da Morte dá seus primeiros passos.



Já leram A mão esquerda de Deus?

Abraços
Kelly